Mononucleose – a doença do beijo

ago 9, 2011 by

A mononucleose é uma doença contagiosa, causada por um vírus chamado Epstein-Barr. Este vírus é transmitido através da saliva. Por esse motivo ganhou a alcunha de “doença do beijo”. Além do beijo, pode-se contrair mononucleose através da tosse, espirro e objetos como copos e talheres.

A pessoa que possui a doença, pode eliminar o vírus até 6 meses após a doença aguda e intermitente a vida toda.

É mais comum em adolescentes e adultos jovens e se caracteriza pela tríade clínica de febre, dor de garganta e aumento dos linfonodos.

A doença quando adquirida na infância pode passar despercebida. Menos de 10% das crianças infectadas apresentam sintomas. Essa incidência começa a subir com o passar dos anos, atingindo seu ápice entre os 15 e 24 anos. Esta é a faixa etária que mais costuma apresentar infecção sintomática.

Manifestação clínica

O quadro clínico envolve febre aguda ou prolongada por  mais de 1 semana, cansaço, mal-estar, dor de cabeça, dor de garganta, edema palpebral, aumento dos linfonodos do pescoço – um quadro muito semelhante à inflamação de garganta.

A pessoa com mononucleose pode apresentar aumento do baço e do fígado.

Quando faz uso do antibiótico amoxacilina, surge manchas vermelhas em todo o corpo.

Diagnóstico

É feito pelo quadro clínico associado ao exame de sangue.

No hemograma pode ser encontrado uma leucocitose com predomínio de linfócitos atípicos.

O diagnostico definitivo é feito através da sorologia, com a pesquisa de anticorpos. O mais comum e simples é um exame chamado monoteste.

Tratamento

O tratamento consiste de repouso e uso de medicamentos sintomáticos. Não há droga específica para o vírus e o quadro costuma se resolver espontaneamente em duas semanas.


Fonte da imagem:

para-sita.blogspot.com

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